You went away... someday will be me
Sei que não me deixarias por muito tempo sozinha... por isso, tudo o que acontece deve ter um motivo; és tu a chamar-me.
Nunca... Nunca será...nunca serei... Por mais que tente... Nunca terei....
Que novidade...!!!!!!!!!!!!
Há sempre alguém a atrapalhar!!!!!!!!
O que tive já ninguém me tira!
Estou farta de estar a mais. Há sempre uma altura em que estou a mais...
Era bom demais que pudesse durar... que alguma coisa boa pudesse durar...
Familia.... nunca terei... que burra, que ilusões!!!
Whatever i do, it's all wrong.. always wrong....
Will you think of me in time?
It's never my luck
So never mind
I want to say your name but the pain starts again
It's never my luck
So never mind
I had a dream that you were with me
It wasn't my fault
You rolled me over
Flipped me over
Like a somersault
And that doesn't happen to me
I've never been here before
I saw forever in my never
And I stood outside her heaven
Will you wait for me, in time?
It's never my luck
So never mind
And I've lost a lot of what I don't expect to ever return
I tend to push them 'till the pushing is turn from hurting to burn
I always take them to that place I thought they wanted to go
But end up dancing around
This clown commands applause at his show
Her heaven, heaven
Heaven
And I can only dream of you and sleep
But I'll never see sun light again
I can try to be with you
But somehow I'll end up just losing a friend
And I can only reach for you
Relate to you
I'm losing my friend
Where did she go?
Where?
Let me in your heaven
Oh,I want to live inside your heaven
No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe
Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha — queres ouvir-me? —
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...
Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves.
Eugénio de Andrade, in "Os Amantes Sem Dinheiro"
Não há motivo para te importunar a meio da noite,
como não há leite no frigorífico, nem um limite
traçado para a solidão doméstica.
Tudo desaparece. Nada desaparece. Tudo desaparece
antes de ser dito e tu queres dormir descansada. Tens
direito a um subsídio de paz.
Se eu escrever um poema, esse não é motivo para te
importunar. Eu escrevo muitos poemas e tu trabalhas
de manhã cedo.
Toda a gente sabe que a noite é longa. Não tenho o
o direito de telefonar para te dizer isso, apesar dessa
evidência me matar agora.
E morro, mas não morro. Se morresse, perguntavas:
porque não me telefonaste? Se telefonasse, perguntavas:
sabes que horas são?
Ou não atendias. E eu ficava aqui. Com a noite ainda
mais comprida, com a insónia, com as palavras
a despegarem-se dos pesadelos.
José Luís Peixoto
-Gaveta de Papéis-
2008
Dá-me a morte, mas só um pouco...
Sei que estou morto mas queria viver.
Tento viver mas continuo morto...
Vivo mais um dia até me aperceber no dia seguinte da minha condição.
Desejo morrer quando penso que estou vivo,
Desejo viver quando sinto que estou morto.
Queria morrer para apagar os meus erros...
Porque não os consigo parar.
Queria morrer para ter perdão...
Sou o primeiro a não me perdoar.
Não reconheço o amor que me rodeia.
Vejo mágoa que causo com os meus erros e
Quero morrer!
Mas é dificil deixar para trás os erros.
Prefiro o mal que conheço do que o bem que desconheço.
Por isso prefiro continuar morto do que procurar viver.
Pouco a pouco vamos construindo algo...
Pedaços, peças, fragmentos que juntamos a cada dia e com os quais construimos a nossa vida.
"Está frio, mas é uma bonita manhã – disse Zedka – É curioso, mas minha depressão nunca aparecia em dias como este, nublados, cinzentos, frios. Quando o tempo estava assim, eu sentia que a natureza estava de acordo comigo, mostrava minha alma. Por outro lado, quando aparecia o sol, as crianças começavam a brincar nas ruas, eu me sentia péssima. Como se fosse injusto que toda aquela exuberância se mostrasse, e eu não pudesse participar."
Veronika decide morrer
QUERO O MEU SOL DE VOLTA
Queria um pouco de conforto.
Queria preencher um pouco deste vazio.
Magoa-me que não tenha tido tempo para corrigir os meus erros e sinto-me amargurada por os ter praticado.
O sol ao fim do dia lembra-me que não poderei por em pratica o meu sonho de caminhar acompanhada, sentir a brisa e ver o por do sol que me acalmava e dava esperança que o dia de amanhã fosse melhor.
O milagre da tua companhia... que me fez tão feliz. Estou grata pela tua mão na minha, pelos teus conselhos, por ter tido o teu olhar, por ter tido amizade de pessoas tuas amigas, estou grata por ter encontrado a luz no meio da escuridão que estava a deixar para trás desde que nos encontrámos na serra e reencontramos de novo noutra serra.
Foi um começo, no meio de um local de paz, que eu queria tanto poder ter, e a continuação de uma batalha para sair da lama e trevas que me perseguiram... e que tanto me querem que insistem sempre em voltar, quando eu pensava que a minha fragilidade havia de ser superada...
Saudades do local onde poderia ter sido feliz e, por achar que tinha alguém a quem fazer feliz, nos seus últimos anos de vida, abandonei.
Agora perdi tudo... Quem quis ajudar não deu valor e quem não dei mais valor abandonou-me.
Não me queria despedir do sonho mais lindo e pacifico, não o queria ter perdido nas serras onde fomos felizes.
Procuro-te...
Se te encontrasse encontraria a minha própria vida e um tesouro raro.
Viveria com medo de ser roubada e afastar-te-ia com tanto receio e com o meu assustador sentimento de posse e desejo exagerado.
A minha forma de amar não é aceite...
(Tens o meu amor, desculpa ser assim. Peço tolerância e perdão.)
Tudo encaixa, nao temos de ser miseráveis...
Precisamos receber e saber que temos para dar.
Tal como qualquer outra coisa, existe um sitio para tudo, uma solução para melhorar a nossa vida.
Parece que não sabemos disso, ignoramos, preferimos estar acomodados e fugir a aborrecimentos.
Continuar com uma vida monotona, sem querer crescer, planear, evoluir e conhecer mais além... Sem querer dar o que temos e receber o que precisamos.
Quero libertar-me do meu egoismo para te fazer feliz e ser feliz!
You took my hand
You showed me how
You promised me you'd be around
I took your words And I believed In everything You said to me
If someone said three years from now You'd be long gone
I'd stand up and punch them out Cause they're all wrong
I know better Cause you said forever And ever
Who knew
Remember when we were such fools
And so convinced and just too cool
I wish I could touch you again
I wish I could still call you friend
I'd give anything
When someone said count your blessings now 'fore they're long gone
I guess I just didn't know how I was all wrong
They knew better
I'll keep you locked in my head Until we meet again
And I won't forget you my friend
That last kiss I'll cherish Until we meet again
And time makes It harder I wish I could remember
But I keep Your memory
You visit me in my sleep
My darling Who knew
My darling Who knew
My darling I miss you
Envergonhei-me a sério....
Fui apagada.... outra pessoa tomou o meu lugar.... ninguém me agradeceu pelo que dei... mas ao contrário... retiraram-me das memórias de que fiz parte, para que contribui...
E porquê?
Sou palerma, não valho nada...? E é só a conclusão que se pode tirar... Para quê insistir em dizer que tenho alguma coisa boa, se tudo prova o contrário?
E não é a espezinharem-me que vou ter amor próprio...
Não é a testarem a minha resistencia que gostam de mim, principalmente quando sabem a minha fragilidade.
Para mim, esta vida não tem sentido... Cada vez mais e mais...
O pior golpe é aquele que é dado por quem não esperávamos.
Como posso confiar? Por mais honesta que tente ser, parece que recebo o contrário do que dou.
As ilusões rodeiam-nos... Se quem parecia ter melhores intenções, com toda a facilidade, me empurra para um buraco sem sequer lá querer voltar a espreitar!?
Queria saber o porquê... Porque me fazem sentir tão desprezível? E ainda me culpam de não reagir! É o expoente da loucura! É onde me querem levar... Porque não respeitam a minha sinceridade? a minha simplicidade? a minha discrição? a minha timidez? o meu amor? a minha ferida?
Que o mundo é injusto! Não me serve de resposta! Isso é o mesmo que nada! Isso não explica, nao resolve. Isso deixa tudo igual e ficamos na mesma situação, sem fazer nada de melhor nas nossas vidas e nas vidas dos outros.
Talvez porque eu seja insignificante, e fácil de esquecer, porque não sou suficientemente ... "aquilo que nunca serei"... e nunca serei porque não me exibo, porque sou como a arvore que no meio da floresta dá sombra, mas um dia lembram-se de a cortar porque a arvore ao lado também dá sombra, talvez não tanta, mas a outra estava velha e a nova tem direito a permanecer, tem umas folhas mais elegantes e brilhantes que se pavoneiam quando o vento e o sol lhes bate.
Agradeço pelo tempo em que me deixaram dar sombra e lamento as luzernas que deixei passar.
Que mais posso fazer, senão agradecer por ter tido sol e vento também nas minhas folhas que agora se encolhem com medo da serra que agora corta os ramos?
Estou envolta nestas teias, que todos me têm ajudado a tecer, um pouco de cada vez.
Estou presa, são dificeis os movimentos esporádicos que consigo fazer neste espaço limitado que me permitiram ter e onde me acomodei.
Aqui estou cansada de rastejar,
Aqui as paredes tendem a ser mais apertadas,
Aqui as janelas têm demasiada ferrugem e não as consigo abrir.
Aqui ninguém me ouve, nem eu quero que ouçam.
Tenho vergonha das rugas, das cicatrizes, das nódoas negras e do sangue que me marcam o corpo e a alma.
Marcas do tempo de prisão e castigo desta vida.
Estou adormecida e esqueço que sou humana, ainda respiro e vivo. Talvez porque raramente alguém mo fez lembrar...durante momentos tão
breves que não são suficientes para os sentir como reais.
Juro que já gritei, pedi, lutei! Juro que quis! Tive boas intenções e fui empática! Mas fui contra as barreiras que me ergueram e os murros que me
violetaram e devolveram ao lugar da minha loucura.
Senti-me derrotada tantas vezes perante essas pessoas que não precisaram fazer nada para vencerem e se rirem do pedaço de pó que sou e
que pisam e desprezam.
Choro e grito so e em silencio, abafo as minhas magoas mais uma vez.
Continuo a perguntar: Porque tanta injustiça?
Porque nao consigo mais, melhor?
Porque nao faço nada suficientemente bom?
Porque suscito tanto desagrado, criticas e desconfiança tao facilmente?
Porque nao tenho lugar?
Foi por estar de braços abertos que me pudeste abandonar.
Porque quando olho para cima, para a luz me dizem que nao o faça?
Eu olhava para trás, ao sair de casa nas últimas semanas e, ao despedir-me da minha mãe, pensava que o tempo se estava a esgotar e sentia que o fim estava perto. Era difícil o sentimento de impotência porque os anos foram passando com demasiado vazio dentro deles, para aquilo que eu desejava.
Lamento não ter largado tudo para estar contigo nos últimos dias porque pensei que fosses viver para sempre, eras demasiado teimosa para deixar que qualquer coisa te vencesse... E eu era demasiado inexperiente com doenças e mortes...ainda era tudo muito teórico para mim, agora vejo de forma diferente a vida porque conheci a morte contigo.
Devo-te muito.
Pelo que aprendi contigo, pelo apoio que tive da tua parte, pelos bons momentos que vivemos, pela paciência que tiveste comigo, pela atenção que me deste, pela coragem e esforço que demonstraste, por tudo partilhado e confiança que adquirimos com o tempo.
Obrigada pelo lugar no teu coração.
Obrigada pelo amor único e precioso que me deu vida e novas perspectivas no caminho que percorremos.
It's the way it feels,
the way it makes me live...
A new life, a new world
You make me breath
you are my air, my love, my life
Take time to realize,
That your warmth is. Crashing down on in.
Take time to realize,
That I am on your side
Didn't I, Didn't I tell you.
But I can't spell it out for you,
No it's never gonna be that simple
No I cant spell it out for you
If you just realize what I just realized,
Then we'd be perfect for each other
And will never find another
Just realize what I just realized
We'd never have to wonder if
We missed out on each other now.
Take time to realize
Oh-oh I'm on your side
Didn't I, didn't I tell you.
Take time to realize
This all can pass you by
But I can't spell it out for you,
No its never gonna be that simple
No I can't spell it out for you.
It's not the same
No it's never the same
If you don't feel it to.
If you meet me half way
If you would meet me half way.
It could be the same for you.
Missed out on each other now
Missed out on each other now
Deixa que tudo passe, menos o que temos de bom.
Deixa as peças do puzle juntas.
As que já juntámos, agora precisam de ser coladas aos poucos.
O tempo que tivemos foi pouco,
É preciso tempo para construir.
E é preciso deixar a cola secar.
Olha pra mim
Deixa voar os sonhos
Deixa acalmar a tormenta
Senta-te um pouco aí
Olha pra mim
Fica no meu abrigo
Dorme no meu abraço
E conta comigo
Que eu estarei aqui
enquanto anoitece,
enquanto escurece
e os brilhos do mundo
cintilam em nós
enquanto tu sentes
que se quebrou tudo
eu estarei
sempre que te sentires só
Olha pra mim
Hoje não há batalhas
Hoje não há tristeza
deixa sair o sol
Olha pra mim
fica no meu abrigo
perde-te nos teus sonhos
e conta comigo
Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...
Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...
Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri
E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...
Florbela Espanca
Preciso de muito.
Preciso, de certeza.
Preciso de tudo e mais ainda.
Quero, sem limites.
Quero tanto, até ter medo,
até chorar,
até não acreditar no que está a acontecer e gritar.
Preciso viver!
.....
When I was younger, so much younger than today,
I never needed anybody's help in any way.
But now these days are gone, I'm not so self assured,
Now I find I've changed my mind and opened up the doors.
Help me if you can, I'm feeling down
And I do appreciate you being round.
Help me, get my feet back on the ground,
Won't you please, please help me.
And now my life has changed in oh so many ways,
My independence seems to vanish in the haze.
But every now and then I feel so insecure,
I know that I just need you like I've never done before.
. Gone...
. My never!!!!!!!!!!!!!!!!!...
. Felizes
. Away
. My sun
. Erros
. I got no right to dream, ...
. Quero-te
. Away